terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Foto de Frank Arthur Marshall

Foto de Frank Shermann Land

Tio Alberto Mansur fundador da Ordem Demolay no Brasil

Fundação da Ordem Demolay no Brasil

A Ordem DeMolay chegou ao Brasil através do Tio Alberto Mansur, que é considerado o fundador da Ordem no país, onde tomou conhecimento da Ordem por volta de 1970 através de uma matéria publicada em um informativo comemorativo dos 50 anos da Ordem DeMolay nos Estados Unidos. Sendo assim o Mansur estudou e se informou pela Ordem e com a ajuda do Soberano Grande Comendador norte-americano e também do então Grande Mestre Internacional do DeMolay na época. E em 16 de Agosto de 1980 fundou e instalou o primeiro Capítulo DeMolay em terras brasileiras: o Capítulo Rio de Janeiro – 001. Em 1985, no dia 12 de Abril foi fundado o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil, sendo Alberto Mansur o seu Grande Mestre padecendo por mais de 12 anos, e tendo o primeiro Congresso Nacional em 1989. Em 1997, a permanência de Mansur no comando do SCODB foi questionada pelo então Grão Mestre da Grande Loja do Estado de São Paulo, Salim Zugaib. Com isso, muitos outros passaram também a questionar Mansur, como por exemplo, o Tio Santiago. Então depois de alguns anos criaram um Supremo Conselho independente que deu origem no dia 06 de Julho de 2004 ao Supremo Conselho da Ordem DeMolay para a República Federativa do Brasil, sendo Kalil Chater (Distrito Federal) o seu primeiro Grande Mestre Nacional. No Brasil, existem os dois Supremos Conselhos (SCODB e SCODRFB), só que o DeMolay Internacional detentora da marca “DeMolay” reconhece somente o SCODRFB como o único e exclusivo detentor autorizado da marca no país. Os dois Supremos Conselhos passaram a ter disputas judiciais a respeito dos direitos da marca, onde se perduram até hoje. No dia 05 de Dezembro de 2011 o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para República Federativa do Brasil informa aos seus Capítulos e Organizações Afiliadas que foi iniciado um processo para unificação da Ordem DeMolay no Brasil onde criaram uma comissão especial para por em prática e conseguir a unificação da Ordem.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Foto do Capítulo


Foto do Capítulo


Foto do Capútulo


Foto do Capítulo


Significado das sete virtudes cardeais de um Demolay

1 Amor Filial : Simboliza o amor entre pais e filhos.
2 Reverência pelas Coisas Sagradas : O respeito pelo que é sagrado.Principalmente o amor que temos por nosso Pai Celestial.
3 Cortesia : O que ilumina a nossa vida. A nossa educação.
4 Companherismo : O amor que temos por nossos irmãos e amigos, que mantêm vivos os ideais de nossa Ordem.
5 Fidelidade : Cumprir, conscientemente seus compromissos junto a seus ideais, a seus irmãos e amigos e ao    Pai Celestial.
6 Pureza : De pensamentos, palavra e ações.
7 Patriotismo : Amor e respeito por sua pátria, seu povo, suas origens.É a busca de ser sempre um bom cidadão, respeitando as leis de seu país.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Aviso

Meus irmãos neste sábado dia 24/11/2012 é para estar as 9:00 da manhã, na realiza, para ensaiarmos a ritualística.Obrigado.

sábado, 10 de novembro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Aviso

Para os irmãos que não foram na reunião sábado, neste sábado dia 03/11/2012 não haverá reunião.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Foto do Capítulo

História de Jacques De Molay

Jacques De Molay patrono da Ordem DeMolay, que é mantida pela maçonaria para jovens. Nasceu em Vitrey, Departamento de Haute Saone, França, no ano de 1244. Muito pouco se sabe sobre sua infância e adolescência. Com 21 anos de idade, Jacques De Molay entrou para a Ordem dos Cavaleiros Templários. Esta era uma organização que foi sancionada pela Igreja Católica Romana no ano de 1128, para proteger e guardar as estradas entre Jerusalém e Acre, um importante porto da cidade no Mar Mediterrâneo. A Ordem dos Cavaleiros Templários participou das Cruzadas, e conquistou um nome de valor e heroísmo. Nobres e príncipes enviaram seus filhos para serem Cavaleiros Templários, e isso fez com que a Ordem passasse a ser muito rica e popular em toda a Europa.

Em 1298, Jacques De Molay foi nomeado Grão Mestre dos Cavaleiros Templários, uma posição de poder e prestígio. Como Grão Mestre, Jacques De Molay passou por uma difícil posição, pois as cruzadas não estavam conseguindo alcançar seus objetivos. O anticristianismo sarraceno derrotou as Cruzadas em batalhas capturando algumas cidades e portos vitais dos Cavaleiros Templários e dos Hospitaleiros (outra ordem de cavalaria), restou apenas um único grupo de confronto contra os Sarracenos.
 

Os Cavaleiros Templários resolveram se reorganizar e readquirir suas forças. Eles viajaram para a Ilha de Chipre, esperando pelo público geral para levantar-se em apoio à outra Cruzada. Em vez de apoio público; como sempre, os Cavaleiros atraíram a atenção dos poderosos Lordes. Em 1305, Filipe IV "o Belo", rei da França, resolveu obter o controle dos Templários para impedir uma ascensão no poder da Igreja e para aumentar sua própria riqueza. O Rei era amigo de Jacques DeMolay (um de seus filhos era afilhado de Jacques DeMolay, Delfim Carlos, que mais tarde se chamaria Carlos IV e seria rei da França). Mesmo sendo seu amigo, o rei da França com toda a sua ganância tentou juntar a ordem dos Templários e a ordem dos Hospitaleiros, pois sentiu que as duas ordens formavam uma grande potência econômica. Filipe IV sabia que a Ordem dos Templários, possuía várias propriedades e outros tipos de riqueza, doada pelos que um dia, haviam recebido a ajuda dos Templários em várias cruzadas pela Europa.
 

Sem obter o sucesso desejado, que era a de juntar as duas ordens e se transformar em um líder absoluto, o rei da França armou um plano para acabar com a Ordem dos Templários. Usando um nobre francês de nome Esquin de Floyran. O nobre francês teria como missão denegrir a imagem dos templários e de seu Grão Mestre Jacques De Molay, e como recompensa Esquin de Floyran receberia terras pertencentes aos Templários logo após derrubá-los.
 

O ano de 1307 viu o começo da perseguição aos Cavaleiros. Apesar de possuir um exército com cerca de 15 mil homens, Jacques De Molay havia ido a França para o funeral de uma Princesa da casa Real Francesa e havia levado consigo poucos homens, sendo esses todos nobres. Na madrugada de 13 de outubro Jacques DeMolay, juntamente a seus amigos, foram capturados e lançados nas masmorras pelo chefe real Guilherme de Nogaret (este era um de seus conselheiros) .
 

Durante sete anos, Jacques DeMolay e os Cavaleiros sofreram torturas e viveram em condições subumanas. Enquanto os Cavaleiros não se dobravam, Filipe IV gerenciava as forças do Papa Clemente V para condenar os Templários. Suas riquezas e propriedades foram confiscadas e dadas à proteção de Filipe.
 

Após três julgamentos, Jacques De Molay continuou sendo leal para com seus amigos e Cavaleiros. Ele se recusou a revelar o local das riquezas da Ordem, e recusou-se a denunciar seus companheiros. Em 18 de Março de 1314, ele foi levado à Corte Especial. Como evidências, a Corte dependia de confissões forjadas, supostamente assinadas por Jacques De Molay. Ele desmentiu as confissões forjadas. Sob as leis da época, a pena por desmentir uma confissão, era a morte. Jacques De Molay foi julgado pelo Papa Clemente V, e assim como Jacques De Molay, outro Cavaleiro, Guy D'Auvergne, desmentiu sua confissão e ambos foram condenados. O Rei Filipe IV ordenou que ambos fossem queimados naquele mesmo dia, e deste modo a história de Jacques De Molay se tornou um testemunho de lealdade e companheirismo. Demolay veio a falecer aos seus 70 anos de idade no dia 18 de Março de 1314.
 

Jacques DeMolay durante sua morte na fogueira intimou aos seus três algozes, a comparecer diante do tribunal de Deus, amaldiçoando os descendentes do Rei da França, Filipe o Belo. O primeiro a morrer foi o Papa Clemente V, logo em seguida o Chefe da guarda e conselheiro real Guilherme de Nogaret e no dia 27 de novembro de 1314 morreu o rei Filipe IV com seus 46 anos de idade.

sábado, 27 de outubro de 2012

Foto do Capítulo

História de Frank Arthur Marshall

Infelizmente, muito pouco é encontrado na literatura da Ordem DeMolay sobre este homem brilhante que foi o tio Frank Arthur Marshall. Apesar de o tio Frank Shermann Land ter sua grandiosa importância, não acreditamos que de para se qualificar qual dos dois tios foram mais importantes para a Ordem DeMolay. Com exceção do Ritual de Investidura de Chevalier, todos os outros rituais da Ordem DeMolay foram escritos pelo tio Frank Arthur Marshall, com tamanha profundidade esotérica que assusta por vezes todos aqueles que se dediquem a entender o caráter simbólico da Ordem DeMolay, questionando até mesmo se é correto entregar rituais tão sagrados nas mãos de jovens. O Tio Marshall nasceu em Leavenworth, Kansas, em 13 de novembro de 1865, quando esta comunidade era um dos postos de fronteira o oeste dos Estados Unidos e onde passavam viajantes, soldados, índios, e todos aqueles que procuravam novas Terras no fértil, porém árido solo onde viviam Búfalos e os “Peles Vermelhas”. Desde cedo Marshall tinha um forte gosto por estudos e leituras, lhe interessando qualquer matéria da cultura geral, às vezes deixando de brincar para estudar, por gosto. Durante a Faculdade, Marshall demonstrou sua capacidade de escrever e, depois de formado foi trabalhar para o Leavenworth Timers, trabalhando como repórter. Em 1891 começou a trabalhar no Kansas City Journal, onde permaneceu por 37 anos. Ao longo do tempo Marhsall trabalhou como repórter, redator, dramaturgo, crítico de artes e música, editor municipal, e por mais de 20 anos foi Editor Chefe do Jornal. Muito cedo em sua vida tornou-se maçom, condição que manteve até sua morte. Foi iniciado em uma Loja Simbólica em Nova Iorque, trabalhando no Rito de York e freqüentando o Rito Escocês. Era membro de diversas ordens paramaçônicas, sendo Shiriner e participando da Organização da “Ordem das Estrelas do Oriente”, ordem para senhoras. Por ser seu amigo e por conhecer a capacidade do tio Marshall, o tio Land lhe entregou a missão de criar a estrutura ritual da Ordem DeMolay. Tio Marshall faleceu 12 anos mais tarde, e nestes doze anos criou o que é o Simbolismo da Ordem DeMolay. No dia 17 de março de 1931, Frank Marshall estava em Washington para uma reunião do Supremo Conselho da Ordem DeMolay e recebeu homenagem do Presidente Herbert Hoover. Quando o Presidente foi cumprimentá-lo ele levou as mãos ao peito e caiu ao chão, e no dia 24 de março de 1931 passou para o Oriente Eterno, aos 65 anos de idade. A morte de Frank Marshall foi dolorosa para o tio Land, pois tinham trabalhado juntos durante os doze anos da Ordem DeMolay e tinham visto seus sonhos transformarem-se em realidade. Land dizia que: “sinto me perdido sem ele – como muitos outros deviam sentir o mesmo. Ele representava uma parte da minha vida, quase um pai para mim. Eu nunca o esquecerei, a Ordem DeMolay, também, jamais o esquecerá.” A história do Ritual DeMolay nas próprias palavras de Tio Marshall: “Eu sou perguntado freqüentemente, ‘Como você fez para escrever o Ritual DeMolay?’ Os fatos simples podem ser ditos brevemente. Eu escrevi isto porque o Irmão Frank S. Land me pediu que fizesse, e porque Deus Todo-Poderoso, quem eu tenho agradecido em meu coração mil vezes, me deu o impulso para responder a esta oportunidade que o pedido envolveu”. “Mas, atrás dos fatos simples, há outros que poderiam ser de interesse para os milhares de DeMolays para quem meu nome signifique algo menos que nada, e a Ordem e seu ritual significa tudo”. “Eu soube do Irmão Land quando – quer dizer ele era um membro sério e dedicado da Loja Ivanhoe N.º. 446 A.F. da Cidade de Kansas, e proprietário de um negócio profano. Eu conheci sua amizade quando fiz trabalho ritualístico em Ivanhoé, sendo cimentada pela nossa associação”. “Em seguida fui me familiarizando com o Irmão Land, ele deixou seu negócio privado para se tornar o secretário do Rito Escocês. Nossas relações pessoais ficaram íntimas por associação na linha Oficial do Conselho DeMolay, Cavaleiro Kadosh e em outros Corpos do Rito Escocês do Vale da Cidade de Kansas.” A contribuição de Frank Marshall para a Ordem DeMolay será lembrada para sempre, por todo o seu trabalho e dedicação, e o seu espírito permanecerão sempre vivo dentro da Ordem, através dos rituais repletos de amor e sabedoria que ele nos deixou. “Não se tem um novo caminho, mas uma nova forma de caminhar”

História de Frank Shermann Land

FRANK SHERMANN LAND FUNDADOR DA ORDEM DEMOLAY Frank Shermann Land, nascido em 21 de junho de 1890 em Kansas City, Estado do Missouri nos Estados Unidos da América; seu pai, William Shermann Land, era madeireiro e sua mãe, Elizabeth Lothie, cuidava dos afazeres do lar, que contrariando a família casou-se com 15 anos e aos 16 anos teve Land. Quando tinha 2 anos sua família mudou-se para Saint Louis. Bem cedo já demonstrava seu espírito de liderança. Sempre possuiu uma vida religiosa muito ativa; desde criança, na Igreja, e junto com os ensinamentos de sua mãe, Land conheceu a importância de uma filosofia de vida repleta de virtudes. Ingressou na Escola Dominical da Igreja Congressional de Fountain Park, onde foi presenteado com uma Bíblia, pela assiduidade - dez anos de freqüência ininterrupta -, e sobre a qual os primeiros DeMolays fariam o seu juramento. Frank Land destacou-se dos demais jovens de sua escola pelo comportamento e interesse pelas atividades escolares, cívicas e da Igreja, e pelas pessoas. Land desde menino lia constantemente a Bíblia, sabendo de memória muitos de seus importantes ensinamentos. A idéia da reunião em sua casa surgiu quando uma vez ele disse a sua mãe que gostaria de fazer algo para os amigos, e de bem usarem o tempo disponível que tinham, e ela sugeriu o uso do porão, que foi decorado e preparado para as reuniões. Em sua própria vida, as qualidades que possuía de despertar as aspirações humanas, seu senso de organização e de elevados ideais, estavam sempre presentes, desde sua infância. Em 1909, com 10 anos de idade, numa tarde de domingo ensolarado, Land recebia no porão de sua casa, como sempre fazia, dezenas de crianças da comunidade, que compareciam para assistir e tomar parte em uma cerimônia religiosa, dirigida por ele, e autorizada pela Igreja Congregacional de Kansas City, em seu programa para adolescente. No salão bem arrumado, via-se sobre a mesa principal, uma Bíblia, que ele havia ganhado como prêmio da sua escola. A classe foi tão interessante e popular que atraiu jovens de todas as redondezas e lhe proporcionou o Título de "O Menino Ministro de Saint Louis". Land pregava aquilo que ele desejava, o essencial de uma vida correta, uma filosofia que sua mãe havia lhe incultado. Em uma de suas preleções, com senso de bons propósitos, na profundidade de seus olhos azuis, começou assim: "Amigos são muito importantes. Nós devemos fazer amigos. Nós devemos compartilhar com eles. Nós devemos nos ajudar. Vou contar a vocês uma história do Velho Testamento sobre dois verdadeiros amigos, David e Jônatas." Ao finalizar a história ele recomendou: "Sejamos sempre leais uns aos outros. Sejamos sempre amigos e companheiros como eles foram também”. No começo do século 20 o meio-oeste dos Estados Unidos vivia na euforia de potencial mudanças e de alto otimismo. Acreditava-se que o novo século traria progresso, curaria as feridas deixadas pela guerra ocorrida entre os Estados da Federação, e no desenvolvimento do oeste americano. Aguardava-se com emoção a inauguração da Feira Mundial em 1904 na cidade de Saint Louis, Theodore Roosevelt tinha assumido a Presidência após o assassinato do Presidente Willian Mckinley no dia 06 de setembro de 1901, e tomava medidas duras, para acertar a situação econômica do País. Períodos de grandes esperanças eram seguidos de recessão e depressão. O negócio de madeira do pai de Land se deteriorara, tendo que encerrá-lo ficando desempregado, e buscando nos bares o consolo para as suas dificuldades. Os problemas se agravaram no âmbito familiar com conflitos pessoais de tal ordem que somente restava uma solução, a dolorosa separação. Atendendo o convite de sua mãe, Martha J. Sampson, Elizabeth deixou Saint Louis, indo para Kansas City em companhia dos filhos, Land com 12 anos e sua irmã Etta Glen com 7 anos. A avó Martha deu a filha e aos netos seu amor com toda sua plenitude, convivendo com eles por muitos anos. Elizabeth sentiu dificuldades dessa mudança de vida, principalmente por seus filhos terem de se ajustar a um novo lar, uma nova cidade, uma nova vida. Para Land foi mais difícil ainda a adaptação. Ele sentia a falta do pai e a falta de uma personalidade masculina no lar, pois sua avó era viúva. O amor para sua mãe, sua avó e sua irmã se transformaram quase em uma devoção. Porém um jovem com 12 anos necessita ter um homem ao seu lado em quem confiar, a quem contar seus problemas, e de quem possa ter respostas as intrigantes questões da vida. Esta antiga necessidade em sua própria vida o levou a buscar soluções mais tarde, tiradas de suas próprias conclusões, aos jovens de sua grande Nação, através da Ordem DeMolay. Land conseguiu terminar o ginásio, tomando parte ativa nas atividades Cívicas e da Igreja de Kansas City, mas devido às dificuldades financeiras e tendo que trabalhar para ajudar o sustento da família teve que abandonar a faculdade. Na primavera de 1907 sua avó reuniu a família para falar de um plano que ela tinha com respeito principalmente ao futuro de Land. Ela disse que desejava que Land possuísse alguma coisa, que fosse um homem de negócios, e com isso ele pudesse também ter o suficiente para continuar seus estudos. Seu plano consistia em abrir um restaurante familiar, tendo todos como sócios. Ela e a mãe de Land seriam as cozinheiras e ele cuidaria do atendimento. O negócio em pouco tempo prosperou e se tornou um grande sucesso. Sua marca registrada era um serviço de bufê com a seguinte propaganda: "Coma tudo que puder por 0,25 centavos". Já em 1908 ele começou a estudar no recém criado Instituto de Artes de Kansas City. Foi aí que ele conheceu e se apaixonou par Madeline Swiezewski, três anos mais nova que ele, nascida em 5 de fevereiro de 1893. Seus pais tinham vindo da Polônia pouco antes dela nascer, e sua mãe tinha morrido quando ela era ainda bem criança, e tinha sido criada por uma tia, juntamente com suas duas irmãs. Durante esse tempo a mãe de Land casou-se novamente com um comerciante local, um ano mais velho que ela. Esse feliz casamento trouxe mudanças para sua vida. Não querendo mudar-se com sua mãe para a nova casa, ficou residindo com sua avó. O negócio do restaurante ficou complicado com tantos sócios e Land decidiu com a concordância dos demais, comprar as outras partes, e com 18 anos apenas ele ficou sendo o único dono, e com o decorrer do tempo, o local tornou-se famoso, e cresceu muito sob sua supervisão e liderança. Uma certa ocasião Land falando para um grupo de jovens consultores recomendava: "Prestem atenção no jovem quieto e atencioso. Eu tenho visto muitos crescerem com habilidade para inspirar e liderar outros. O jovem que é muito impetuoso, agressivo, desejando forçar seu caminho, freqüentemente se queima antes de atingir seu objetivo. Olhem o quieto, sensitivo, e consciencioso jovem que evita um lugar proeminente a princípio, porém quando chega o momento e o desafio aparece, olhem ele! Ele terá a habilidade de liderar. Ele se tornará um homem de sucesso. Vocês se orgulharão dele!" Land foi um perfeito exemplo desse pronunciamento. Ele era acanhado por natureza, introspectivo, e que tinha se esforçado sempre para adquirir uma auto-inspirada educação em seus primeiros anos, se encontrava agora, com os anos da maioridade diante dele, aceitava o desafio e principiava uma vida de autêntica liderança. Uma vida dedicada ao ideal de servir aos outros. O dia 21 de junho de 1911 era um dia comum de princípio do verão, quando toda a família entrou em seu restaurante cantando parabéns para você; e colocando presentes sobre a mesa. Não se via nenhum presente de sua avó Martha, até que ela disse: "Land, você faz 21 anos hoje, e eu estou orgulhosa de você e do que tem feito". Entregou-lhe um envelope dizendo: "Seu avô era Maçom; ele amava a Maçonaria e eu ficarei feliz se você entrar para a Maçonaria. Em memória de seu avô e como meu presente, você encontrará nesse envelope o dinheiro necessário para sua iniciação. Faça o que seu coração mandar, mas eu ficarei muito feliz se você fizer isto." Frank Land atendeu o pedido de sua avó seguindo também os ditames de seu coração, pois era seu desejo ser Maçom. Iniciado na Loja Simbólica IVANHOÉ n.º 446, no dia 25 de abril de 1912; foi exaltado ao Grau de Mestre em 29 de junho de 1912. Aos 25 anos de idade foi nomeado diretor do Bureau de Serviços Sociais do Supremo Conselho do Mundo do Rito Escocês Antigo e Aceito. Ele tinha tornado realidade o sonho de sua avó, mas isso representava mais do que a realização de um sonho. Parecia que ele encontrava na Maçonaria algo que ele inconsciente buscava. Ela lhe proporcionava meios para manifestar seu amor fraternal, sua compaixão pelos infelizes, seu desejo de ajudar o próximo. Em pouco tempo ele já pertencia ao Rito de York e Rito Escocês Antigo e Aceito. Tornou-se Grau 32º da Jurisdição Sul e Nobre do Santuário Místico, Shriner, no Ararat Temple de Kansas City "Ancient Árabes Order of the Nobles of the Mystic Shrine". O romance com sua amada Nell continuava, e eles se casaram no dia 15 de setembro de 1913 na Igreja Presbiteriana de Budd Park, Frank e Nell nunca esqueceram as promessas solenes feitas nessa ocasião e viveram sempre felizes. Em setembro de 1914 ao voltar do trabalho no restaurante, Land disse a Nell que recebera uma proposta para vender o restaurante, desejando saber o que ela pensava. Informou ter sido chamado para trabalhar em tempo integral como Administrador e Secretário no Templo do Rito Escocês, com um escritório, e colaborador em um programa chamado "Comissão de Ajuda Maçônica." Nell fechou os olhos como que tendo um visão do futuro e respondeu: "Frank venda e aceite o convite. Você nunca será totalmente feliz enquanto não encontrar meios de servir ao povo. Eu creio que isto abrirá um novo mundo para você. Isto é o princípio do grande trabalho de sua vida. Eu sinto a grandeza que advirá para você e outros com a realização deste ideal". A profecia de Nell Land tornou-se realidade no decorrer dos anos de 1914 a 1919. A posição adquirida por Land lhe permitiu planejar a formação da Ordem DeMolay, sendo o principal evento que conduziu a formação da Ordem DeMolay. Estes foram os terríveis anos da primeira grande Guerra Mundial. Quando os Estados Unidos se uniram aos aliados, contra o poder alemão, com o desejo de trazer a democracia para o mundo, cada homem e materiais foram necessários, e quanto maior era o sacrifício oferecido para ajudar nas lutas do front, maiores eram os problemas que surgiram no país. Desemprego, incertezas, necessidades e privações. Os E.U.A não somente sofreram a perda de seus homens, mas dos pais de família e dos lares antes felizes e vigorosos, naquele tempo desfeitos e carentes do apoio paterno perdido em guerra. Uma resposta para esta situação crítica veio aproximadamente com o desenvolvimento de muitas organizações filantrópicas. Land foi selecionado para atuar como Diretor de Filantropia Maçônica e Agência de Emprego do Rito Escocês, oferecendo alimentação e roupas adquiridas em campanhas através das Lojas Maçônicas. Land agia como se a situação fosse imperiosa para que coloca-se em prática seu amor fraternal, sua compaixão pelos outros necessitados e seu desejo de ajudar seus semelhantes. Land era um homem bondoso sempre disposto para ouvir os problemas daqueles que buscavam socorro. As pessoas o procuravam para ouvir seus conselhos na solução de suas dificuldades. Ele demonstrava interesse por todos e sua mágica personalidade transformava em amigos todos que o encontravam. Jovens, velhos, ricos e pobres tinham alto respeito por ele e depositavam nele toda a confiança. A Guerra finalmente terminou e Land estava seriamente preocupado com os jovens que tinham perdidos seus pais na guerra. Ele recordava sua infância, a solidão a ansiedade para falar com algum homem a quem confiar seus sonhos. Várias tentativas foram feitas no sentido de auxiliar os jovens nessa situação, mas, o relacionamento homem/jovem, não dava os resultados esperados. Vagarosamente e firmemente, Land convenceu-se que a melhor solução para os jovens seria uma associação com outros jovens. Tio Frank Shermann Land faleceu em 8 de novembro de 1959 e foi enterrado com cerimônias honradas no Mt. Cemitério de Moriah, onde hoje repousa ao seu lado sua amada esposa. Na noite do enterro, os Membros Ativos do Supremo Conselho Internacional que assistiram os serviços, se encontraram e discutiram o futuro da Ordem DeMolay. Nesta reunião, H. Malvern Marks, Past Grande Mestre e então Oficial Executivo no Texas sugeriu a criação de um painel comemorativo em homenagem a Tio Land. Este painel deveria trazer as recomendações de Land para a próxima reunião do Comitê Executivo. No outono de 1960, um Comitê Comemorativo foi designado para este propósito. Como membros tinha H. Malvern Marks (Presidente), George M. Saunders, Stanley Garrity, Harold Schafer, Chandler Cohagen, Albert McNally, e Dr. Claude F. Long. Este comitê recomendou que o escritório de Tio Land devesse permanecer como ele deixou, deveria ser um santuário à memória dele, e o seu trabalho. Recomendou mais tarde que a sala próxima ao escritório deveria ser convertida em um museu para exibição das Jóias Maçônicas de Land, um quadro com seu busto, e um busto de bronze que lhe foi presenteada durante um jantar de homenagens dedicado a Land. O Supremo Conselho Internacional autorizou o comitê para proceder com os planos. DeMolays também enviaram doações para a Comemoração em Homenagem a Tio Land. O comitê percebeu então que em todas as partes do mundo havia DeMolays que queriam homenagear Tio Land. Em novembro de 1961 o escritório e a sala de exposições foram completados. A idéia para o Vitral veio de H. Malvern Marks. Ele tinha levado esta idéia como um desenho que era parte do Livro de Registro de Sócios. Este livro de registro foi enviado a todos os novos sócios que iniciaram em 1925. O vitral foi colocado na janela do salão comemorativo para que pudesse ser visto da rua. Também era brilhante de forma que pudesse ser visível à noite. A vitral está em cores bonitas e espetaculares com a figura de um jovem DeMolay vestido ritualisticamente e ajoelhando no Altar DeMolay no qual esta a Coroa da Juventude, a Bíblia, e os Livros Escolares. No fundo da janela lê-se, “Eu assim prometo e juro..." Quando o Serviço DeMolay e o Centro de Liderança se mudou em 1986, uma decisão foi tomada remover o Vitral para dentro o prédio. Com a colaboração do Past Grande Mestre Robert F. Hannon, o vitral foi restaurado e re-inaugurado em 18 de março de 1988. A Vitral colorido é representação do mais significante momento em nossa organização, quando um jovem faz seus votos como um DeMolay.

O significado do nosso brasão


1 – A COROA simboliza a Coroa da Juventude, nos embra contentemente nossas obrigações e os sete preceitos da  Ordem.
2 – OS NOVE RUBIS E UMA PÉROLA, honram o fundador e os nove jovens que participaram da formação da Ordem Demolay, Frank S. Land, Louis Lower, Ivan Bentley, Clyde Stream, Gorman McBride, Edmund Marshall, Ralph Sewlle e Elmer Dorsey. No começo se tinha uma pérola para cada componente mater vivo e um rubi para um  falecido, hoje o brasão possui só uma pérola, que é o Ir.’. Jerome Jacobson o único vivo.
3 – O ELMO, simboliza o cavalheirismo, sem o qual não é possível mostrar a delicadeza do caráter.
4 - A LUA quarto-crescente é um sinal de segredo e lembra ao Demolay o seu dever de nunca revelar segredos da Ordem ou trair uma confidência de um amigo ou irmão.
5 – A CRUZ DE CINCO BRAÇOS simboliza a pureza de intenção. Lembrando o lema:
“Nenhum Demolay falhará como cidadão, como líder, como homem.”
6 – AS ESPADAS CRUZADAS denotam justiça, retidão e piedade. Simboliza nossa luta contra a arrogância, tirania e intolerância.

7 - AS ESTRELAS RODEANDO A LUA simbolizam os desejos e deveres de irmandade entre os membros da Ordem.

8 - A COR AMARELA predominante, significa a luz.
9 - A COR VERMELHA significa força, energia e coragem.

10 – 
A COR AZUL
 está para equilibrar o vermelho, formando o homem perfeito.

O Brasão de nosso Ordem


                 

O começo de tudo - Origem da Ordem Demolay

O acidente numa caçada aconteceu em 1919, em Kansas City, Missouri, Estados Unidos da América, deixou sem pai uma família na qual Louis Lower era um menino entre 13 e 19 anos. Após o falecimento de seu pai, Louis Lower transferira a figura de seu pai ao amigo da família, o Maçom Frank Sherman Land, com o qual buscava constantemente conselhos e orientações, a quem pediu seu primeiro emprego. Após constantes conversas com Lower, Frank Land reconheceu que o desejo do rapaz de atenção paternal não era limitado somente a ele, mas que se estendia a inúmeros outros jovens que tivessem pais ou não. Surgiu para Land, então, a idéia de formar uma Organização Juvenil que proporcionasse e devido treinamento e guia para uma melhor cidadania, uma organização de jovens que proporcionasse elevados valores patrióticos. “Tio Land” disse a Lower o seu pensamento, solicitando sua ajuda para formar um clube de rapazes, pedindo que ele convidasse alguns amigos de Escola Secundária para uma reunião. Eles iriam organizar o clube. Foi em Fevereiro de 1919 que Louis Lower e oito de seus amigos se reuniram num Templo Maçónico, com Frank Sherman com a finalidade de formar uma nova organização de jovens. Nunca nenhum deles poderia sonhar menos ainda Frank, que no espaço de 40 anos o Movimento estaria ativo em 14 países e territórios tendo assim iniciado centenas de milhares de rapazes e algumas personalidades mundiais. A inspiradora ideia de formação de um clube jovem de cunho educacional foi muitíssimo bem recebida por todos os nove rapazes. Surgiu então a questão de como chamar essa nova organização. Frank citou vários nomes famosos, porém nenhum agradava os rapazes de modo especial. Um dos jovens sugeriu que por estar num Templo Maçónico, alguma figura histórica ligada à maçonaria deveria ser lembrada. Aceita, por uma determinação do destino, a sugestão tomou corpo quando Land, mencionou o nome de Jacques DeMolay. Este nome cativou imediatamente cada um dos jovens. Quando eles ouviram que DeMolay fora o último Grão Mestre dos Cavaleiros Templários e morrera como um Mártir da lealdade e tolerância, eles unanimemente concordaram que DeMolay seria a escolha, usando a pronúncia inglesa. Em 18 de Março de 1919, os noves jovens com 24 de seus amigos reuniram-se novamente no Templo Maçónico, organizando oficialmente a Ordem DeMolay, com o número ideal de 33 jovens. Foi somente 20 anos mais tarde que Frank Land descobriu que 18 de Março, era aniversários de morte de Jacques DeMolay, em 1314. Na segunda reunião, Louis Lower foi o primeiro a fazer a promessa DeMolay sobre a Bíblia, que Land havia recebido em St. Louis quando tinha 12 anos, por ter freqüentado a Escola Dominical durante 10 anos consecutivos. Os primeiros oito DeMolays prestaram uma homenagem a Lower. “Tio Land” sempre dava sugestões valiosas quando precisavam nas reuniões, em especial em uma das primeiras reuniões, em que alguém sugeriu limitar o número de integrantes a 75. “Tio Land” explicou que seria egoísmo pois a organização deveria ser boa para todos, não para alguns. As palavras de Tio Land pareciam ter actuado como a luz verde, pois em menos de 1 ano, o Capítulo “Mãe do Mundo”, em Kansas aumentou para o número de 3000 jovens iniciados. O Ritual DeMolay foi escrito pelo Maçom e Jornalista Frank Marshall na primavera de 1919, e permanece inalterado até hoje, excepto por poucas palavras. A organização tornou-se também bem sucedida e conhecida por serviços de caridade, treinamento da cidadania e atividades sociais sadias. A ordem DeMolay realmente assegurou-se uma História imortal de sucessos, através de seu trabalho para treinar lideres e garantir um mundo melhor para o futuro. Frank Sherman Land “Tio Land” Nasceu em 1890, em Kansas City, Missouri, Estados Unidos da América. Quando ele tinha dois anos de idade, seu pai mudou-se com a família para St. Louis A Escola Dominical proporcionou os meios para sua primeira inclinação para conquista e distinções. Ele foi presenteado com a Bíblia congressional de Fontain Park, em St.Louis. Mais tarde a Bíblia desempenhou um papel significativo na fundação do grande movimento juvenil internacional, pois os primeiros DeMolays do mundo fizeram seus votos sobre a mesma Bíblia. O interesse de Frank S. Land pela escola dominical começou em sua idade escolar, quando instituiu uma classe, à tarde , no porão de sua casa. A classe foi tão interessante e popular que atraiu jovens de toda redondeza e lhe proporcionou o título de “O Menino Ministro de St. Louis”. Seus pais ficaram assombrados ao verem o portão de sua casa tomado por trezentos jovens, e até mesmo alguns adultos, todos os domingo à tarde. No momento dramático, o seu filho de dez anos surgia sobre uma caixa de carvão e, imitando os maneirismo de seu próprio ministro da Igreja Presbiteriana, pregava um sermão com clareza, lógica e confiança total. Tudo isso era feito por um menino tímido demais para recitar na classe de sua escola. A escola dominical da tarde obteve auxílio de diversas pessoas. Uma firma atacadista de remédios fez a doação de um órgão e logo em seguida sua vizinhança oferecia-se para tocar o órgão. Professores regulares de escolas dominicais auxiliavam o “Menino Ministro”, assim alcançando muitos jovens que não freqüentavam as classes matinais. Frank S. Land pregava aquilo que ele desejava, o essencial de uma vida correta, uma filosofia que sua mãe havia lhe incultado. Apesar de Frank não reconhecer isso, a visão de sua missão na vida iria, algum dia, crescer num exército marchando, de jovens, aderindo aos ideais de serem melhores filhos, melhores cidadãos e melhores líderes. Em Kansas City, ele completou seus anos escolares e tomou parte ativa nas atividades da igreja, assim como as atividades cívicas de sua cidade. Quando atingiu 19 anos , havia se tornado gerente de um restaurante de sucesso e, como artista amador ele era o espírito vivo em qualquer organização ou empreendimento que participasse. Com idade de 21 anos era presidente da liga municipal de arte. Em 29 de junho de 1912, foi iniciado na Loja Maçônica Ivanhoe, em Kansas City. Gostava da filosofia Maçônica e dos ensinamentos ritualísticos. Foi voluntário do serviço social do Rito Escocês , familiarizou-se com John Glazier, Frank Marshall e Pad Osggood. Em 15 de setembro de 1913, Frank S. Land casou-se com a Sra. Nell M. Swizewski. A fundação da Ordem começou a se formar quando Frank encontrou o jovem Louis Lower, em 1919, aproximadamente. Louis, com 16 anos, havia, recentemente, perdido o pai e estava precisando de ajuda. Esse fato ocorreu depois da Primeira Guerra Mundial, quando a juventude americana enfrentava a incerteza do amanhã. Com de colaborar com o jovem, Frank ofertou-lhe um emprego e dessa forma pode amenizar as dificuldades financeiras da família. Daquela amizade surgida entre Frank e Louis, surgiu a idéia de fundar uma associação de jovens. No Templo do Rito Escocês, em março de 1919, Louis e oito de seus amigos com Frank, fundaram a Ordem DeMolay. A nova organização de jovens entre as idades de 13 e 21 anos floresceu com tanto sucesso que, em 1922, Frank deixou seu emprego no serviço social e dedicou-se inteiramente como Grande Secretário da Ordem DeMolay, isto era um sonho que se tornava realidade. Frank imediatamente mobilizou a Maçonaria e formou um Grande Conselho de líderes da Maçonaria. A Ordem DeMolay foi um grande impacto na mesma, pois este era o primeiro grande empreendimento surgido na Maçonaria em 200 anos. Nunca, até então, tinha se visto a fraternidade em um movimento juvenil, atuando tão próximo dos princípios maçônicos. A Ordem cresceu tão fantasticamente, que a influência e o prestígio de Frank assumia novas dimensões. No ano que surgiu a Ordem DeMolay, Land recebeu KCCH do Rito Escocês, depois dos 35 anos foi condecorado com o Grau 33. Serviu como poderoso do Templo de Arat (1931) e como Poderoso do Imperial do Templo da América do Norte(1954). Recebeu, também, inúmera comendas maçônicas, inclusive a primeira Medalha Internacional de Ouro do Grande Capítulo Geral dos Reais Arquitetos Maçônicos (1951) e a Grande Cruz da Jurisdição Sul do Supremo Conselho do Grau 33 (1955). Com a Ordem DeMolay tomando que todo o seu tempo absoluto, Frank ainda encontrava tempo para se dedicar aos afazeres de sua comunidade. Foi presidente da junta escolar de Kansas City, Diretor do Banco Nacional de Colômbia, Administrador da Biblioteca Hanrri S. Truman, etc. Com o passar da história DeMolay, generais, líderes cívicos, oficiais do governo, entre tantos outros, eram seu “filhos” e Frank era seu “pai” (Nos EUA, Frank é chamado de “Dad”, pai). Como homem , Frank S. Land era extremamente dedicado as pessoas. Era impecável tanto na aparência quanto no comportamento. De porte médio, sua aparência e carisma irradiava amizade a quem o cercava. A Ordem DeMolay se completava com Frank S. Land. Em 8 de novembro de 1959, Frank largou a ferramenta de trabalho deste mundo. Um grande homem e único. Ele deu ao mundo uma fonte palpável, na Ordem DeMolay, de criar fraternidade entre os homens, durante os anos de formação. Que melhor tributo poderia testemunhar um Grande Homem do que o número incalculável de DeMolays que ainda praticam os princípios diários que aprenderam no altar de seu capítulo.